Pular para o conteúdo
Rogerio Lima
ContatoEnglish

Roadmaps

Três caminhos que eu seguiria hoje, conforme o seu momento. Clique em qualquer tópico pra ver o que estudar e marque o que já fez: o progresso fica salvo no seu navegador.

Como eu entraria em tecnologia hoje

Meu caminho não foi linear. Comecei em 2010 fazendo sites em PHP pra quem estava perto, entrei como técnico de suporte em 2012, fiz faculdade de Redes enquanto isso, e só em 2016 consegui a primeira vaga de desenvolvedor. Se eu começasse hoje, faria algumas coisas na mesma ordem e mudaria outras.

Escolha um caminho e vá até o fim dele

O erro mais comum que eu vejo é pular de curso em curso: um pouco de Python, um pouco de Java, um vídeo de IA. Escolha uma trilha (os roadmaps acima ajudam) e vá até conseguir colocar um projeto no ar. Trocar de linguagem depois é fácil; aprender a terminar uma coisa é que demora.

Construa coisas pra pessoas de verdade

Os sites que eu fazia como freela me ensinaram mais do que qualquer curso daquela época, porque tinha alguém do outro lado esperando o resultado. Um comércio do bairro, uma ONG, a planilha que um parente usa no trabalho: problema real vem com requisito real, prazo e feedback.

A porta de entrada pode ser outra vaga

Suporte técnico me colocou perto de sistema em produção, de banco de dados e de gente que programava. Foi ali que eu vi como as coisas quebram de verdade. Suporte, QA, estágio e freela pequeno são portas de entrada legítimas. O importante é estar perto de código e continuar construindo por fora.

Aprenda o que dura

Framework muda a cada poucos anos. HTTP, SQL, Git e saber ler um erro com calma continuam valendo. Os roadmaps colocam essas bases antes das ferramentas da moda por esse motivo.

Mostre o trabalho

Sem experiência formal, seus projetos no ar são a sua experiência. Um README que explica o problema e as decisões vale mais que uma lista de tecnologias no currículo. E escrever sobre o que você construiu, mesmo que pouca gente leia, organiza a cabeça e ajuda muito na entrevista.

Use IA como colega, não como atalho

Hoje dá pra pedir código pronto pra uma IA. Use, mas leia tudo, rode, quebre de propósito e entenda por que funciona. Na entrevista e no trabalho, quem sabe explicar o código que entregou se destaca.